AGRADECIMENTOS

Pela primeira vez sentimo-nos desassossegados. As palavras ganham um novo sentido quando não se tornam previsíveis; ganham nova vida quando propõem olhares e despertam perplexidades, quando inquietam o pensamento. E tornam-se sempre insuficientes quando com elas queremos dizer o que nos vai para lá da alma. Como agora.


*         Ao Professor Doutor Delfim Santos, que concretizou “o homem sonha e a obra nasce” no que quis fosse um curso de pós-graduação multicultural no estar, sentir, pensar e agir, um grato reconhecimento pela diferença com que assinou e intensamente viveu este projecto.

*       À indescritível equipa de docentes, que, com um saber – também – de experiência feito, nos levou à aventura do conhecimento e da interioridade pela mão de vivências próprias partilhadas, aqui pretendemos deixar um profundo, sentido e público (re)conhecimento.

*       Ao Dr. Alberto Oliveira Pinto, conhecedor, como ninguém, dos segredos das palavras diferentes (e da pena), um obrigado pelo desafio que nos permite estar hoje aqui.

*       Aos meus colegas de viagem, que embarcaram no mesmo cais, reservo uma passagem para a outra margem da amizade e um lugar certo no canto do coração e da memória.

*       À Professora Doutora Elizabeth Vera Cruz, eterna instigadora de mentes inquietas, com quem redescobrimos o prazer de pensar com outros olhares - há sempre um novo horizonte para lá do umbigo! - a quem devemos também a orientação deste trabalho, e a frustração de não incluir nele as ideias (tantas!) que as tardes de calorosas conversas despertaram, aqui deixamos um agradecimento que não cabe nas palavras.


 

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